Versatilidade na tomada de decisão

Versatilidade na tomada de decisão

Uma das características fundamentais para qualquer cargo de liderança é a Versatilidade. Coordenadores, Gerentes, Diretores, Presidentes estão em constante enfrentamento das mudanças recorrentes em qualquer empresa.

E para responder a essas demandas com criatividade, estratégia e agilidade, é crucial que o líder seja versátil.

No setor de Supply Chain em especial, mudanças são uma rotina. 

Alteração de prazos, flutuação de preços, mudança de escopo, entre muitas e muitas outras, demandam do executivo de compras versatilidade para negociar em meio a tantos cenários possíveis e impossíveis, prováveis e improváveis.

Então, quais são as atitudes comuns em Líderes Versáteis na tomada de decisão?

VISÃO SISTÊMICA – entender como a empresa está posicionada, conhecer a mentalidade da liderança e a estratégia do negócio para que seja tomada a correta decisão.

VISÃO DO MESMO FATO ATRAVÉS DE DIFERENTES PONTOS DE VISTA – já dizia um antigo provérbio Chinês: “Todos os fatos têm três versões: a sua, a minha e a verdadeira”.

Cabe ao gestor provocar o agente da mudança para entender a causa, ou as causas, e buscar outros pontos de vista para tomar uma decisão consensual e razoável.

DAR ATENÇÃO À MUDANÇA MESMO QUE NÃO PAREÇA RELEVANTE – mesmo que alguns pedidos pareçam pouco relevantes, todo gestor precisa dar atenção a qualquer mudança que bata à sua porta, pois primeiramente, ela é proveniente de uma pessoa que está solicitando uma ajuda e que merece a sua atenção.

Em adição, pode ser essa circunstância pequena de hoje a ponta de um novelo de lã, é necessário ficar atento aos sinais!

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – para estar numa posição de liderança é necessário saber distinguir urgências, emergências, prioridades, criticidades, etc.

E quando de frente a uma mudança é necessário que o gestor saiba raciocinar, sentir e agir de forma inteligente e consciente, sem deixar que as emoções controlem suas ações, sem reproduzir ou criar impactos nas suas decisões e naqueles que estão ao seu redor.

DIVIDIR RESPONSABILIDADES – caberá ao líder saber administrar os problemas que surgem repentinamente.

Tomar a decisão em conjunto com o agente da mudança, tornando-o corresponsável, valoriza o seu colaborador e delega a ele as ações e reações subsequentes.

Gestor que acumula todos os problemas, inverte o organograma funcional de ponta-cabeça.

TER UM PLANO B – não há uma única solução para um problema, buscar planos alternativos desde o início da ocorrência, minimiza os prováveis impactos no curto prazo.

Tenha sempre uma carta na manga, um coelho na cartola, mas sem mágica, pelo contrário, com planejamento, ação, análise e ajuste ao longo do processo de saneamento da mudança ou do problema.

Leonardo Rosa
Executivo de Supply Chain com especialização em projetos de Petróleo e Gás, projeto em MBA de Gestão de Suprimentos, Logística e Supply Chain e Mentor de Carreira para Profissionais de Compras.

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